segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Nosso papel com nossa família e com nós mesmas em relação à Autossuficiência

Ao longo deste ano, boa parte das mensagens da presidência da área Brasil foram voltadas para a Autossuficiência. E com certeza há um motivo por trás disso. Eu pessoalmente enxergo como é importante sermos autosuficientes, o que não significa termos muitas posses, dinheiro ou riquezas, mas conseguirmos manter nossa vida em ordem: financeiramente e espiritualmente.


E como mulheres e mães, vejo que muitas até acabam se subestimando, mas na realidade, vejo o quão importante é nosso papel com nossa família e nossos filhos. Nosso exemplo e nossa atitude são muito importantes, afinal, o exemplo faz sim toda a diferença.

Há tempos, é claro, de altos e baixos, mas é realmente bem mais fácil quando aplicamos a escritura clássica "se estiverdes preparados, não temereis"e assim temos mais ânimo, força e disposição para enfrentar as dificuldades. Nunca estaremos 100% preparados para todas as dificuldades e problemas, mas preparação extra nunca é demais.

Então, pensei algumas coisas que me ajudaram, e que acho importantes também para que nós possamos nos desenvolver e ajudar nossa família a se desenvolver também.

- Ensinar habilidades (especialmente domésticas) aos filhos: tem muita gente que não sabe fazer coisas simples, porque sempre tem alguém fazendo por eles. Já vi muita mãe exausta e filho que não faz nada em casa, e isso pra mim não faz sentido. Minha mãe nunca deu moleza para mim e para meus irmãos, e sim, já aconteceu de amigos meus irem antes de mim pro shopping e eu chegar depois porque não tinha pendurado a roupa e passado pano no chão da cozinha. Não gostei na hora, não aprendi todas as coisas, mas não foi desesperador na hora que tive que me virar por conta. Um dia os filhos vão pra missão, casam, se mudam por um novo emprego, ou mesmo têm a mãe doente repentinamente e precisam assumir tarefas. Claro que não vamos jogar a responsabilidade total de uma tarefa que é nossa, mas ensinar como uma casa precisa ser organizada, em todos os seus aspectos, é uma grande ajuda e bem para o futuro deles (aqui em casa já começamos com nosso pequeno de 3 anos, por enquanto ele acha legal a maioria das coisas, torcendo pra durar bastante). Seu ofício de trabalho ou formação também é interessante de ser ensinado. Meu esposo tem feito pães para vender, e nosso menino já sabe os ingredientes e está do ladinho ajudando a fazer a massa.

- Desenvolver talentos sempre: nunca é tarde para começar algo novo, ou aprimorar algo que você já faz. Minha mãe faz muitos artesanatos e falou que, apesar de não precisar agora, se passar necessidade, ela pode bordar, pintar e decorar muita coisa pra vender. Aprender música pode ajudar você à dar aulas. Fazer um curso pode ajudar à encontrar um emprego diferente. As opções são muitas, e vale a pena tirar mesmo que um pequeno tempinho na rotina para desenvolver algo novo. No mínimo você pode fazer algo por conta própria e economizar ao invés de gastar e comprar algo pronto e pagar pelo serviço de alguém.

- Economizar e ter um calendário para armazenar e revisar: temos que sempre buscar formas de economizar. Crianças e jovens podem ser ensinados indo ao mercado e tendo noção de valores, fazendo um cofrinho, etc. Nós podemos no mínimo anotar nossos gastos e verificar se estamos gastando mais ou menos do que ganhamos, e fazer os ajustes necessários (seja cortando gastos ou mesmo buscando novas maneiras de ganhar mais dinheiro).  O armazenamento de alimentos é uma parte importante como já sabemos o que fazer, mas não adianta deixar a validade do que está guardado passar e os produtos estragarem. Usem etiquetas para datas de vencimento e substitua alimentos na medida que chegam os prazos. Armazene itens de consumo da família, porque se é algo não comum, ninguém nunca vai comer e vai estragar.

- Trocar experiências com outras pessoas, amigos e irmãs: às vezes, melhor do que saber o que fazer, é saber quem sabe fazer (entenderam?). Ninguém é especialista em tudo, por isso vale buscar ajuda e orientação para aprender, ou ter os contatos fáceis e necessários. É possível até propor troca de experiências, por exemplo, alguém pode ajudar você à costurar, e em troca você pode auxiliar com informática. Isso é ótimo e vantajoso pra todo mundo.

- Participar das atividades da Igreja e incentivar os filhos á fazerem o mesmo: aprendi muita coisa no evangelho, e aprendo até hoje, Lá somos incentivados a buscarmos nosso melhor em muitos aspectos. Já vi pessoas que começaram um negócio a partir de algo que aprendeu na igreja, e isso é muito legal. Tive mutuais muito boas na juventude que me ensinaram mesmo à conseguir dinheiro para pagar uma conferência de jovens. Mas, de nada adianta se não tentarmos participar do que é proposto, ou os pais não apoiarem seus filhos, não deixá-los irem em atividades (ou não levá-los mesmo quando podem). Somos nós mesmos que vamos sair perdendo.

- Busque dicas e opções para economizar: ficar ligado e esperto com cupons, mercado dia de promoção e outras alternativas semelhantes é uma ótima ideia. Claro, não dá pra sempre ceder quando tem algo com preço bom, mas que não precisamos e a chance de usarmos é bem pequena. Mas eu por exemplo tenho dia certo pra comprar legumes e frutas no mercado, que é o dia do feirão no mercado e sempre economizo. Aliás, a Black Friday é essa semana =) tem muitas lojas e sites que entram em promoção, vale a pena!

E você, o que mais faz para ser autossuficiente?

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Quando um líder ou um membro nos ofende...


Conversei com uma pessoa dias atrás que comentou sobre um discurso de um líder de sua estaca que a fez se sentir muito mal, relacionado ao tópico maternidade. É que não foi apenas um "puxão de orelha" que incentiva as pessoas a melhorarem suas falhas, mas um incômodo que de alguém apontando o dedo e fazendo um julgamento nada amigável.

Aí você pensa: estaria mesmo falando o que era inspirado ou neste momento exagerou na forma como transmitiu a mensagem e o que deveria ser falado, considerando não apenas os ensinamentos do evangelho, mas suas próprias opiniões pessoais?

Imagem:Freepik
Bom, vou falar de uma experiência que aconteceu na minha família. Foi com minha mãe, quando eu era pequena, e vocês vão entender o que estou falando.

Era conferência de estaca. Eu tinha 2 anos e minha irmã mais velha acho que uns 5 anos, e fomos todos assistir a reunião. Como é normal de pais de crianças pequenas, minha mãe se sentou em um cantinho na lateral, dessa vez perto de uma janela. A sessão iniciou e prosseguia normalmente quando a Autoridade Geral presente - acho que um Setenta de Área - se levantou para iniciar seu discurso. Eu, nos meus curiosos 2 aninhos, não chorava, estava apenas mexendo na cortina da janela, assim, não arrancando e fazendo bagunça, mas mexendo um pouquinho nela, sem incomodar ninguém nos bancos ou fazer barulho.

Mas, por algum motivo, que nunca saberemos qual, aquilo incomodou aquele homem. Antes de iniciar seu discurso, ele falou para todos no microfone ao púlpito que "a mãe da criança que estava na cortina deveria sair porque estava incomodando e atrapalhando a reverência da reunião".

Imagina como minha mãe ficou na hora. Ela queria entrar em um buraco e não sair nunca mais dali.

Bem, apesar de tudo, quem conhece minha mãe sabe que ela não fica sem ao menos fazer nada. Ela pegou suas coisas, me pegou no colo e decidiu não sair da capela pelos fundos, mas passar comigo bem em frente ao púlpito, olhar bem para aquele homem, e deu a volta por toda a capela antes de sair. Sem falar nada, mas assim o fez. E foi para seu carro. E ali ela falou que chorou até o término da reunião. Eu não tenho certeza, mas acho que meu pai era do sumo conselho e estava auxiliando na conferência, e por isso ela acabou esperando até o fim antes de ir pra casa (o que ela queria ter feito bem antes).

Bem, isso deu o que falar. Muita gente veio falar com ela depois, dizendo o quão infeliz foi o comentário, e da forma como foi feito. O presidente da estaca tinha bastante amizade com ela e conversou bastante sobre esse erro. E a própria autoridade geral veio falar com ela, pediu perdão, falou que a amava e muitas outras coisas (mas, falando bem a realidade, na hora, com as coisas quentes, ela não quis muito saber de ouvi-lo), foi difícil.

Felizmente, a experiência passou, a página foi virada, mas minha mãe não desistiu da Igreja por causa disso (ainda bem, aqui estamos). Mas, é fato que a maioria de nós já passou por alguma situação delicada como essas, não? E como mulheres e mães, ainda acredito que a maioria é julgada e constantemente avaliada: do comportamento de seus filhos; da forma como se veste, fala ou age; e pior: parece que vejo muito mais na Igreja do que fora dela (espero estar errada, mas às vezes parece que eu percebo isso).

Eu já tive experiências de certa forma similares à isso. É duro, mas nós aprendemos com essas coisas, crescemos e vemos que podemos superar. Na hora é difícil de lidar, mas acho que faz parte do aprendizado.

O Élder Bednar deu um discurso - que pasmem, já faz 10 anos - maravilhoso e que nunca esqueci relacionado à esse assunto. Esta citação desta mensagem  - E para eles não há tropeço - diz:

"Quando achamos ou dizemos que fomos ofendidos, em geral isso quer dizer que nos sentimos injuriados, maltratados, desprezados ou desrespeitados. Certamente ocorrem coisas irrefletidas, constrangedoras, censuráveis e mesquinhas em nossas interações com outras pessoas que podem fazer com que nos sintamos ofendidos. Todavia, no fundo é impossível para uma pessoa ofender outra. Na verdade, achar que alguém nos ofendeu é fundamentalmente falso. Ofender-nos é uma escolha que fazemos; não é uma condição infligida ou imposta a nós por alguém ou algo''.


Pensei bastante nisso e não tenho e nem encontrei uma fórmula para solucionar casos assim, mas espero que o que eu comentar ajude pessoas que passem por um momento desses.

* Líderes da Igreja são chamados por Deus por inspiração, mas nenhum deles é o próprio Jesus Cristo em pessoa. Todos são imperfeitos. Possuem opiniões que podem estar equivocadas naquele momento. Não significa que você também tem totalmente a razão sempre, mas eles erram assim como qualquer pessoa, são humanos. Também possuem problemas e dificuldades que mal imaginamos, que podem estar pesando muito na vida deles. Um pouco (ou muito) de paciência e empatia pode ajudar a superar.

* Jesus Cristo passou por absolutamente tudo, e conhecê-lo cada dia mais nos ajuda a enfrentar as dificuldades. Podemos sempre contar com a ajuda Dele em todos os momentos, podemos buscá-lo sempre.

* Falar mal do membro ou líder para outras pessoas não vai resolver o problema. Na realidade, acho que pode virar uma bola de neve de fofoca. Você pode até "desabafar" e se aconselhar com alguma pessoa de confiança - como seu esposo ou mesmo o bispo ou outro líder que seja um bom exemplo para você e realmente possa te ajudar - mas se lamentar e falar coisas ruim do ofensor por aí só vai deixar o problema ainda maior.

* Por fim, e o que melhor funciona para mim, sempre que algo relacionado ao evangelho me incomoda - como algo que um líder tenha falado mas que não fico à vontade com isso - eu busco ao Pai Celestial. Oro e abro meu coração para entender se o problema realmente sou eu, ou se houve alguma falha por parte da outra pessoa (o que pode exigir várias orações, momentos de estudo das escrituras, jejum, meditação e o que mais sentir ser necessário). E recebo o alívio - no tempo certo - que precisava, seja por precisar deixar o orgulho de lado, ou seja para me acalmar com algo que eu não deva me preocupar, porque independente da opinião do mundo, a minha está em harmonia com Deus,

Então, sejam as nossas dores, ou de nossos filhos e família, elas podem ser superadas. Não vamos deixar que isso acabe com nossas vidas, mas vamos buscar a felicidade dentro do evangelho, não se baseando em pessoas, mas em nossa busca pessoal e no Espírito que sentimos.



quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Usar o que é bom da tecnologia para nossa casa: Aplicativos que Ajudam a Economizar e Organizar a Vida Doméstica

Sabemos que enfrentamos uma luta diária com os avanços tecnológicos no que se diz do mundo virtual: a cada dia chegam novidades, o uso das tecnologias fica mais amplo e acessível - tanto para o que é bom, como para o que é ruim. Mas, se tem tanta coisa boa, porque não aproveitarmos todo o bem que isso tem para nos oferecer? Alguém aqui se vê sem usar o seu celular (sempre tem alguém, mas tenho certeza que não é a maioria)!

Imagem: freepik

Falando de casa, com a correria que temos hoje com família, atividades domésticas, trabalho, chamados na Igreja, etc. acho que tudo é válido no quesito facilitar, assim como economizar. E me deparei com um artigo que achei extremamente interessante e que quero testar! São aplicativos que ajudam na vida doméstica e se você já usou ou usa algum desses, por favor, me diga o que achou!

Eu já utilizo alguns recursos que já tenho simples, como fotografar algo bacana que li no quadro de uma aula da igreja, ou uma inspiração bacana que vi na rua; uso um aplicativo tipo bloco de notas para anotar recados do dia a dia, reuniões de presidência e anotar os gastos da casa, mas eu já percebi que tem muito mais o que podemos usar!

Acima de tudo, se tem algo que me ajude a adiantar as tarefas rotineiras para ter mais tempo com meu esposo e filhos, eu acho maravilhoso. Vamos às ideias!

Fonte: Revista Zap Imóveis

Boa Lista

Organiza a lista de compras. Ideal para não esquecer nenhum item e precisar voltar depois no supermecado. E também, no caminho inverso, ajuda a pessoa a não comprar mais do que deve, afinal de contas, supermercado é sempre um local tentador. O aplicativo ainda compara os preços e indica os locais onde os produtos estão mais baratos. Ou seja, é um sistema que ajuda a economizar tempo e dinheiro.

Yadahome

Através deste aplicativo, é possível organizar as tarefas e agendas de compromissos. Ótimo para quem tem muitos afazeres no dia a dia, mas acaba esquecendo de alguns deles. Ele também possibilita fazer uma lista de compras. E ainda tem uma ferramenta que permite compartilhar as informações com os familiares.

Home Decorator

Cansou da cor da parede da sua casa, mas ainda não conseguiu decidir por qual tonalidade trocar? Ou qual combina melhor com a decoração do ambiente? Este aplicativo vai ajudar na hora de tirar esta dúvida. Basta tirar uma foto e fazer o teste de como ficará com a futura cor.

Receitas fáceis

Você tem habilidade, mas não tem muito conhecimento do que fazer nacozinha? Este aplicativo é perfeito, já que, através dele, é possível ter acesso a centenas de receitas. Vai cozinhar para a família no almoço do domingo ou receberos amigos em casa com petiscos ou até mesmo elaborar uma receita mais leve? Tudo isso é possível, já que o app oferece todo tipo de cardápio, desde bolos, saladas, carnes, risotos, massas, pães, sopas, sobremesas e muito mais.

Photo Measures

Você é daqueles que não tem uma relação amigável com trenas e réguas? Isso não é mais motivo de preocupação na hora que decidir trocar a decoração, comprar um móvel novo ou reformar a casa. Este aplicativo é capaz de calcular as dimensões do ambiente automaticamente.

Yupee

Chega de dificuldades para organizar a vida financeira. Este aplicativo vai monitorar os gastos e controlar onde e como o dinheiro foi gasto. Ele possibilita cadastrar os gastos e recebimentos e ainda gera relatórios. E se você tem um sonho que custa caro, o app tem uma ferramenta chamada “Sonhos” que ajuda no planejamento financeiro para economizar e alcançar o objetivo desejado.

Sortly

Se você é daqueles que não sabe onde guardou os objetos dentro de casa, pode baixar este aplicativo, afinal de contas, ele vai te ajudar a organizar a bagunça e a encontrar o que você procura. O app ajuda na organização de diferentes espaços da casa, determina as categorias, como armário ou despensa, e lista os itens que estão guardados em cada lugar com fotos. Porém, só tem versão em inglês.

HomeSlice

Este aplicativo é ideal para quem divide o imóvel, mas não tem tempo ou habilidade para organizar a vida em grupo. Ele tem várias funções, como uma lista de compras, uma aba relacionada à limpeza e outra que diz respeito às contas. Ele é capaz de mostrar os produtos que têm em estoque ou os que estão em falta; se as contas estão pagas ou se as tarefas de limpeza foram realizadas. Em cada compra ou conta é permitido colocar o valor gasto e, ao final, o app divide o valor entre todos do grupo.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Mais receitas fáceis para jantinha rápida ou a noite familiar

Como vcs bem sabem, eu sou uma fã de receitas fáceis, e muito rápidas, e sempre estou procurando alguma coisa assim por aqui. Aliás, eu sempre acho bacana para a família toda fazer junto: receitas simples são gostosas de fazer com famílias que tem crianças e jovens sem ninguém sair frustrado.

Meu menino já é um pequeno cozinheiro e adora preparar algo com a gente. E estando na primária atualmente, fizemos uma última atividade de torta de caneca salgada com as crianças (que passei em meu último post culinário) e foi o maior sucesso: rápida e gostosa!

E estes são meus últimos achados:

Quiche de caneca – Blog Elo7

Ingredientes


  • 2 colheres (sopa) de leite
  • 1 ovo
  • 1 colher (sopa) de requeijão, queijo cremoso ou cream cheese
  • 1 fatia de pão de forma, pão francês ou pão italiano
  • Presunto picado a gosto
  • Queijo a gosto
  • Sal, pimenta e salsinha a gosto

Modo de preparo

Sem muitos segredos, é simples preparar a quiche de caneca. O primeiro passo é misturar com auxílio de um garfo ou fouet o leite, o ovo, o requeijão, o sal e a pimenta em um recipiente, até que a mistura fique homogênea.
Depois, “forre” o fundo de uma caneca com uma fatia de pão ou pedacinhos de pão picado (o tipo de pão fica à sua escolha!).
Coloque a mistura de leite, ovos e requeijão na caneca, não deixando ultrapassar a metade dela, pois a mistura cresce quando vai ao micro-ondas. Polvilhe com presunto e queijo picado ou ralado e a cebolinha.
Leve para assar no micro-ondas por 2 minutos. Se for necessário, leve por mais 30 segundos ou até que a misture fique cozida (vá de 30 em 30 segundos). O tempo de cozimento pode variar de aparelho para aparelho.

Pão de queijo de frigideira  – Blog Elo7

Ingredientes

  • 1 ovo
  • 4 colheres (sopa) de goma para tapioca ou de polvilho azedo
  • 3 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
  • 2 fatias de queijo muçarela picado
  • 1 colher (sopa) de requeijão
  • Sal – opcional
Se preferir a versão fit do pão de queijo de frigideira, substitua o parmesão pela muçarela light e o requeijão convencional por um com versão com menos gordura.

Modo de preparo

  • Em um recipiente, misture o ovo, a goma para tapioca, o requeijão, o queijo parmesão e a muçarela.
  • Misture bem até ficar uma massa homogênea.
  • Aqueça uma frigideira pequena e antiaderente.
  • Coloque uma pequena concha da massa. Deixe assar em fogo médio.
  • Vire assim que começar a soltar das laterais e estiver dourada.
  • Sirva quentinho seu pão de queijo de frigideira!
  • A receita rende em média 4 pães de queijo ou crepiocas.
    Você pode servir seu pão de queijo de frigideira com recheios doces, como geleia, goiabada ou doce de leite, ou ainda com salgados, como presunto, queijo, atum, frango desfiado…
    Se preferir substituir o pão convencional pela versão prática de frigideira, dá para abrir ao meio com uma faca e fazer lanches deliciosos com esse pão-delícia!


Rendimento: 6 cestinhas

Ingredientes
  • 6 discos de Rap10 (usei o light)
  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva
  • 1 dente de alho
Recheio
  • 3 filés de peito de frango cozidos e desfiados
  • cebolinha picada (para o recheio e para finalizar)
  • temperos à seu gosto (usei lemon pepper e o "tempero do amor")
  • 1 caixinha de cream cheese (200g)
  • 200g de mussarela ralada
  • 1 colher (café) de mostarda dijon
  • pimenta caiena para salpicar (opcional)
  • 6 forminhas para petit gateau ou cupcake

Preaqueça o forno em 180°C. Amasse o dente de alho junto com o azeite até ficar bem saborizado. Pincele as forminhas com esse azeite. Com cuidado pegue cada disco de Rap10 e arrume em cada forminha. Cuidado para não rasgar. Caso rasgue, corte um pedacinho da massa e coloque na área que rasgou para não ficar furado. Ficará mais ou menos como os da foto. Agora pincele esse azeite também por toda a massa, tanto por dentro quanto por fora. Coloque no forno por 5 minutinhos. Não deixe demais senão queima!!!
Retire as cestinhas do forno e deixe o forno ainda ligado. Enquanto isso...
  1.  desfie o frango (se tiver processador é uma mão na roda!), 
  2. adicione os temperinhos à gosto, a mostarda
  3. a cebolinha
  4. o cream cheese e um pouquinho da mussarela (apenas 1/3 da quantidade)
Mexa tudo muito bem, experimente para ver se está ao seu gosto, corrija o sal e os temperos se necessário e o resultado será um recheio cremoso:

Com a ajuda de duas colheres, vá distribuindo o recheio nas cestinhas igualmente. Rendeu cerca de 2 colheres de sopa para cada cestinha.


Vá distribuindo o restante da mussarela (é bem interessante ser generosa nas quantidades!) e depois salpique um pouquinho de pimenta caiena em pó por cima de cada (mas cuidado que a pimenta é brabinha!). Se você não tiver essa pimenta, finalize com o que você mais gostar :) 

Volte ao forno até o queijo ficar bem derretido, douradinho e as cestinhas crocantes.

Retire, e com cuidado desenforme cada uma das cestinhas. Se preciso, passe uma faca sem ponta nas bordinhas. Sai com facilidade. Finalize com cebolinha picada e sirva!


Já estou com fome! Vou logo preparar de chamar a família para fazer essas delícias juntos!

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Recurso para as crianças - Padrões do Evangelho

E depois de um longo tempo sem postagens, aqui estou eu! A página no face sempre tem alguma publicação, mas é bom ter algo do blog né...Eu pretendo melhorar agora porque meu pequeno começou a ir pra escola na última semana (e ainda quero compartilhar algumas coisas relacionadas à esta decisão e tudo o que envolveu o evangelho até então) e antes que chegue nosso próximo menino (sim estou grávida) tenho um tempinho de me organizar melhor.

Indo para o que interessa, atualmente estou na primária e acho que recursos legais para as crianças também são bons para as famílias, certo?

Tenho 2 coisas que, como presidente, estou incentivando as famílias à fazerem e acho super válida para as famílias - e isso significa não apenas ajudar os filhos, mas sim fazer isso junto com eles:

* Decorar as 13 regras de fé;
* Estudar os padrões do evangelho e, no caso dos valorosos (acima de 8 anos), usá-los como base para realizar metas do programa fé em Deus.

Sempre defendi que, se você quer que você desejar que alguém faça algo, é melhor que você já esteja fazendo primeiro. Então, se desejamos que nossos filhos decorem uma regra de fé, podemos fazer juntos ou já ter decorado para aí sim ajudar, o exemplo fala mais alto do que qualquer palavra, não é?

No caso dos padrões do evangelho, para quem não conhece, é um recurso bacana que existe para as crianças da primária, que na minha opinião, é uma prévia dos padrões do Para o Vigor da Juventude, mas de forma mais simples para as crianças. São padrões que ajudam-nos à prepará-los para o que vem pela frente, e acho que é muito bom para ajudar as crianças a compreenderem a importância dos mandamentos e princípios básicos do evangelho.

Tem vários materiais da primária que tem este recurso, e neste link do site oficial você encontra eles na íntegra. O material impresso original tem um templo no fundo.

https://www.lds.org/liahona/2012/04/my-gospel-standards?lang=por

Eu gosto muito deles, mas pensando nas crianças menores, queria algo mais visual, para especialmente aqueles que não lêem ainda. Então, criei esse modelinho, usando imagens gratuitas de vetores da internet e de um blog americano que adoro com imagens bem fofas, chamado

Melonheadz LDS illustrating 


Ela na realidade tem uma loja virtual no etsy, mas disponibiliza algumas imagens gratuitas no seu blog, e tenho usado e abusado delas =)

Com tudo isso, o resultado foi esse:


Acho que é bacana para fazer um quadrinho no quadro das crianças, usar em noites familiares, e por aí vai, o que vocês preferirem!

Espero que gostem do desafio de aprender mais sobre eles com seus filhos, e que seja útil pra vocês!

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O Papel da Mulher e a Igualdade de Gêneros


Atualmente, ao mesmo tempo que, nós mulheres, recebemos mais direitos, oportunidades e bênçãos, também ganhamos mais desafios, mais responsabilidades e mais fardos sobre nossos ombros, afinal, quantas de nós não precisam dar conta casa, família, trabalho, responsabilidades – e ainda nossos chamados na Igreja?

Imagem: Freepik
E não me refiro apenas às casadas com filhos: há muitas solteiras que assumem a liderança da casa por doença ou problemas dos pais; há viúvas e avós que ajudam e cuidam não apenas seus filhos, mas de sobrinhos e netos diariamente ao invés de curtir a fase pós criação – e muitas ainda também trabalham fora; há esposas que não engravidaram, muito desejaram, buscam essa oportunidade, também trabalham incansavelmente e suas profissões ao longo do dia, e ainda assim fazem projetos de serviço, assumem responsabilidades de outros familiares, e por aí vai... a grande maioria das mulheres que conheço, especialmente dentro de evangelho, tem sido batalhadoras: o mundo hoje não dá trégua pra ninguém.

E por isso, me leva a pensar que tipo de igualdade vivemos. Eu ainda vejo muita desigualdade dentro de todos os diretos e oportunidades que o mundo já oferece, me dá uma falsa impressão de que: termos o direto à realizar determinadas coisas é muito bom e uma conquista, mas quando você vive essas situações na rotina diária, percebe que a carga é enorme, e que a felicidade e a “liberdade” não estão tão ligadas à isso.

Felizmente, quanto mais eu estudo sobre o papel da mulher dentro do plano de salvação e do evangelho, percebo a igualdade que Deus – em sua perfeição – proporciona à todos os seus filhos. E reconheci que essa igualdade não vem de executar exatamente as mesmas tarefas, e sim de entender o papel que cada gênero – homem e mulher – possui, afinal, fomos criados diferentes, e por assim ser, há papeis e características que são da natureza da de cada um. A mulher, por exemplo, costuma lidar melhor no trato com crianças (e digo por experiência própria, mesmo que você ache que não, mas lá no fundo todas nós temos um instinto materno, mesmo quando ainda não somos mães, e também não estou dizendo que os homens não são bons, mas o instinto feminino é maior). Os homens são melhor com o fato de não se importar tanto com pequenos problemas e desavenças, e assim lidarem melhor com stress e pressões da vida profissional e familiar. Já viram como eles conseguem deixar as “bobagens” de lado, enquanto às vezes fazemos uma tempestade em copo d’água pela mesma questão? Não digo que não existem exceções, mas a nossa natureza é assim, eu realmente enxergo isso na maioria.

Considerando as diferenças de características e propósitos, os papeis que aprendemos no evangelho poderiam ser simples de compreender. Mas, os questionamentos dentro do evangelho existem, com alguns pontos que vocês devem saber e conhecer, como:

- As mulheres não podem receber o sacerdócio;
- As mulheres não assumem chamados de liderança na Igreja, como designações de bispado, presidência de estaca, e mesmo setenta, patriarca, apóstolos e como profetas.
- As mulheres são incentivadas à ficar em casa com os filhos, e tem basicamente esta opção, enquanto os homens podem escolher profissões e atividades diferentes e se desenvolverem de maneiras diversas.

E vocês podem citar outras mais provavelmente.

Eu enxergo isso de maneira diferente, afinal, porque precisamos tanto fazer a mesma coisa que os homens, se nosso papel e natureza são diferentes que os deles? Não estou dizendo que é para permitir submissão, aguentar o que mandarem (até porque já sabemos que um homem deve presidir organizações e suas famílias com amor e retidão, bons homens não saem mandado), e nem pra jogar pro alto direitos já conquistados pelas mulheres, nada disso. Mas, quando conhecemos, exercemos e entendemos o papel que Deus designou às mulheres, encontramos alegria e muito amor, nesta jornada. Se duvida, faça o teste, você pode se surpreender, como eu me surpreendi.

Eu estava com um grande foco em minha adolescência e início da idade adulta APENAS na carreira profissional, mas hoje, entendo que há tempo para tudo, e que meu tempo é melhor gasto dedicando mais atenção na família. Não deixo também de ter uma profissão, trabalho em meu próprio negócio, me organizo e divido o tempo para isso, mas não é agora a parte mais importante da minha vida.

Não devemos esquecer também que as obrigações masculinas também exigem fardos pesados. Como um pai se sente em relação à sua família quando passa dificuldades financeiras? E longe de mim querer ter um cargo como de bispo ou de autoridade geral como os homens podem ser chamados: acredito que as esposas destes homens devem entender melhor o quão difícil é ver seu marido chegar preocupado, cansado e abatido devido a quantidade de questões complicadas para serem resolvidas.

Homens e mulheres são diferentes. Ambos passam por provações e problemas, cada um dentro de sua realidade. Não temos que competir, mas colaborar uns com os outros, e aliviar os fardos uns dos outros, sejam nossos esposos, pais, amigos ou mesmo desconhecidos.

Acima de tudo: somos todos iguais diante de Deus, e isso é o ideal para todos, não é?


O que a igualdade significa para você?

sábado, 7 de maio de 2016

O valor da maternidade

Neste dia tão especial, não tem como sentir alegria ao falar de algo tão nobre, a maternidade. Como fui chamada para discursar sobre esse tema neste domingo, compartilho com vocês a minha mensagem desejando um FELIZ DIA DAS MÃES para todas nós!



Vocês já pensaram em como definir o que é ser uma mãe? No Guia de Estudos das Escrituras, temos a seguinte definição:

Título sagrado concedido à mulher que dá à luz ou adota filhos. As mães auxiliam Deus em seu plano de prover corpos mortais para os filhos espirituais do Pai Celestial. 

Ser mãe é algo sagrado e divino, e não é apenas dar a luz, mas ser realmente mãe é algo muito maior. 


O Élder Holland menciona que "Não são apenas os nove meses da gestação, mas, sim, uma vida inteira de carinhosa atenção que torna a maternidade um feito tão impressionante". 

Na última conferência geral, a conselheira geral da organização das moças - Neill F. Marriot - mencionou que "As mães literalmente abrem um espaço em seu corpo para nutrir um bebê que ainda está por nascer e, espera-se que abram um lugar em seu coração enquanto o criam; mas nutrir não está limitado a gerar filhos. Eva foi chamada de “mãe” antes de ter filhos.4 Acredito que “ser mãe” significa “dar vida”. Pensem nas diversas maneiras pelas quais vocês dão vida. Pode significar dar vida emocional para os desesperançosos ou vida espiritual para os céticos. Com a ajuda do Espírito Santo, podemos criar um lugar de cura emocional para os discriminados, os rejeitados e os desconhecidos. Edificamos o reino de Deus por meio dessas maneiras ternas, porém poderosas. Irmãs, todas nós viemos à Terra com essas caraterísticas maternas e com o dom de dar vida e de nutrir, pois esse é o plano de Deus.

Uma mãe pode exercer uma influência duradoura para toda a vida, com suas palavras, exemplo e ações. O Élder  mencionou que "Em todos os casos, uma mãe pode exercer uma influência que nenhuma outra pessoa em nenhum relacionamento pode igualar. Pelo poder de seu exemplo e de seus ensinamentos, seus filhos aprendem a respeitar as mulheres e a incorporar disciplina e elevados padrões morais na própria vida. Suas filhas aprendem a cultivar a própria virtude e a defender o que é certo, vez após vez, mesmo que isso não seja popular. O amor e as elevadas expectativas de uma mãe levam os filhos a agir com responsabilidade e sem desculpas, a levar a sério a formação educacional e o desenvolvimento pessoal, e a fazer contribuições contínuas para o bem-estar de todos a seu redor". 

Considerando então que a maternidade tem uma importância imensa no plano de Deus, entende-se também que faz todo sentido Satanás desejar que às mulheres - e homens - não compreendam o significado da maternidade para o mundo, e ele usa muitas formas para fazer isso. 

Há mulheres que acreditam não ter o dom da maternidade, de não se dar bem com crianças e jovens e por isso não se acham aptas para isso. Outras prioridades como estudos e carreira são muito mais valorizadas do que ser mãe. 

Por outro lado, muitas que já são mães sentem-se incapazes de exercer sua função e de não estarem a altura deste chamado. As comparações então são constantes: 

* Mãe que tem parto normal é melhor que cesárea. 
* Por que não amamentou? 
* Se trabalha fora não dá atenção devida aos filhos. 
* Se fica em casa com os filhos está perdendo tempo assistindo TV, porque quem fica em casa não faz nada. 
* Porque o filho de uma é mais educado e inteligente do que o de outra".

E a lista é enorme, e precisamos dizer NÃO para tudo o que o mundo prega contra este papel divino! Se pararmos para pensar, no fundo, não são todos estes meios de o inimigo desvalorizar algo tão sublime que é a maternidade?

Eu mesma tive algumas destas opiniões. Quando eu era jovem, sempre desejei me casar no templo com um bom homem, mas não deseja ter filhos por considerar os estudos e a carreira maiores. Considerava a maternidade realmente maravilhosa, mas para as outras mulheres. Lembro-me de não opinar muito sobre o assunto em aula das moças porque sabia que, se eu falasse que não deseja ter filhos, as líderes tentariam me fazer mudar de ideia. Eu dizia que teria filhos porque, afinal de contas, era um mandamento. Mas no meu coração, não tinha o desejo. Deus, como sempre, em sua sabedoria, me aconselhou pessoalmente em minha benção patriarcal de que a maternidade tem o maior valor nos céus, e que no devido tempo, eu deveria fazer disto uma prioridade.

Os anos passaram, eu me casei e depois de algum tempo, meu marido falou de termos nosso primeiro filho. Eu ainda não estava muito convencida de ser o momento, pois entre trabalho, estudos, chamados e outros afazeres, não via como conciliar a rotina que tínhamos com um bebê. Porém, depois de uma amiga próxima ganhar seu bebê, observei que, ela também fazia todas estas coisas, tinha uma criança linda, e era muito feliz. Nesse momento algo mudou e eu disse, "Ok" podemos dar um jeito.

Mas o Pai Celestial sabia que eu precisava realmente querer. Nesse meio tempo, tivemos altos e baixos em 2 gestações que não foram em frente. E especialmente a partir da segunda vez, surgiu algo dentro de mim dizendo que eu realmente queria ser mãe, e desejava por aquilo de coração. Desejava tanto que ficava até com raiva (que eu sabia que não devia, mas parecia algo mais forte do que eu) de amigas que engravidavam, porque eu queria muito também. Enfim, o momento certo chegou, o Pai Celestial nos deu a benção de criar um de seus filhos aqui na terra. Tenho muito o que aprender, mas até hoje duas coisas são bem marcantes: de que o tempo de Deus é o tempo certo para todas as mães e todas as coisas; e que a maternidade nos torna pessoas melhores: mais compreensivas com outras mães, menos egoístas, mais amorosas... ela nos transforma.

Tive um ex colega de trabalho que disse não desejar ter filhos porque o mundo já está tão ruim que não gostaria de colocar uma criança para viver em um lugar como esse. Existem muitos motivos para ter uma opinião diferente, mas o primeiro deles que penso hoje é: e se ser mãe fizer de você uma pessoa muito melhor do que você é hoje? 

A maternidade não é fácil. Filhos decepcionam suas mães constantemente de maneiras diversas. Há filhos que saem de casa e nunca retornam, que se desviam de bons caminhos, que constantemente usam palavras rudes e grosseiras em casa, fazem muitas coisas que trazem lágrimas às mães. Ainda assim, a verdadeira mãe não o abandona, porque seu amor é divino, é tão forte que ela supera todas estas coisas.

O Élder Holland citou uma jovem mãe que disse: “Como um ser humano pode amar tão profundamente um filho a ponto de dispor-se a abdicar de grande parte de sua liberdade em favor dele? Como pode um amor mortal ser tão forte a ponto de voluntariamente sujeitarmo-nos a responsabilidades, vulnerabilidade, ansiedade e sofrimento, e persistir em fazê-lo continuamente? Que tipo de amor mortal pode fazer com que sintamos, após ter um filho, que a vida jamais voltará a ser só nossa novamente? O amor materno tem que ser divino. Não existe outra explicação. O que as mães fazem é um elemento essencial do trabalho de Cristo".

Vamos pensar por 1 minuto como seria sua vida se não houvesse uma mulher que não exercesse o papel de mãe em sua vida. Não precisa necessariamente ser a mãe biológica, mas alguém que tenha feito o que uma verdadeira faria. 

* Você receberia a educação que teve? 
* Um carinho, um agrado, uma cantiga de ninar ou uma comida favorita em um dia qualquer? 
* Alguém que tenha levado ao médico, passado dias e noites em claro ou vigilante pelo seu bem estar físico e emocional? 
* Que comemorava conquistas na escola, esportes ou outras atividades? 
* Que tenha consolado na hora de ser contrariado na escola, no término de um namoro, ou em uma demissão? 
* E quem sempre esteve presente nas horas mais importantes e decisivas de sua vida?

Tenho uma gratidão enorme por ter conhecido e ainda conhecer exemplos de mulheres incríveis que são mães. De nossa ala ter mães maravilhosas que influenciam a mim, aos seus filhos e à muitos ao nosso redor. E claro, por minha mãe. Ela não é perfeita, afinal nenhum de nós é, mas ela tem muito mais qualidades, nunca me deixou na mão e faz coisas incríveis. 

Também sou grata por ter uma mãe celestial, que podemos não saber tanto sobre ela, mas tenho certeza que nos ama e zela por nós, e deseja que sejamos vitoriosas nessa jornada mortal. 

Encerro com uma última frase do Élder Holland de que "Nenhum amor na mortalidade se aproxima mais do puro amor de Jesus Cristo do que o abnegado amor que uma mãe dedicada tem por seu filho".

Um Feliz Dia das Mães!!!!